Casamento à prova de bebês

Odeio todo tipo de livro de auto-ajuda! Sério, quer ver minha cara de decepção me dê um livro do tipo: o segredo da felicidade. Ahahahaha Não acredito em formulas mágicas e fico chocada como este tipo de leitura ganha adeptos tão facilmente.

Mas este livro me chamou atenção. Não pq ensinava uma fórmula, mas pq apontava erros freqüentes de um relacionamento após a chegada de um filho. Pensei muito e resolvi não gastar meu pobre dinheirinho, mas ir ao meu site de troca de livros favorito: Trocando Livros (detalhe que eu não conheço outro).

Bom, o livro estava disponível lá e logo pedi. Acho que as dez primeiras páginas resumem todo o livro. Na boa que depois de um tempo eu fui pulando páginas. Além de ser extremamente feminista, uma pessoa que não tenha uma boa cabeça vai desistir de ter filho depois de ler um livro como este.

Ainda não tive filhos, ok. Todo mundo diz que o relacionamento muda, mas conheço muitos casais que ficaram ainda mais unidos depois de terem filhos. E para isso o casamento não teve que passar por qualquer período desastroso. Querem minha opnião? Definitivamente não recomendo.

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A vida não para depois que vc tem filho

Não sei de quem é o crédito desta foto, mas se souberem eu coloco na hora

Eu sempre ouço a mesma história: Aproveitem bastante pq depois que tiverem filhos não conseguem mais viajar. Na boa que para quem ama viajar como eu isso é muito desmotivador. Meu Deus, não é possível que isso é um castigo por querer ter uma criatura linda.

Eu sei que as dificuldades existem e que querendo ou não as coisas mudam. Muitos lugares não aceitam crianças, por exemplo, não dá mais para ficar o dia todo com um sandubinha barato e ter uma refeição decente só à noite.

Na minha lua de mel vi um casal europeu com um bebe de no máximo seis meses. Eles ficaram o dia todo em Koh Pi Pi com a criança. Claro que eu fiquei assustada com a imagem, pq estava um calor insuportável, um sol de rachar, mas a criança não me parecia nem um pouco maltratada. Temos amigos da Itália que sempre viajam com as crianças. Uma vez eles trouxeram os três filhos para o Brasil. Na época um tinha 2 anos, outro uns 4 e outro 7. Escadinha total!!! Nós brasileiros quase sempre achamos que é ruim viajar com criança pequena. Sinceramente eu acho que é muito mais por uma cisma nossa do que adaptação da criança.

Meu bebe ainda descansa na minha barriga e sei que parece muito fácil eu falar, mas juro que quero sair por aí com o meu filhote nas costas. Vou escolher bem os lugares, tomar o dobro de cuidados, claro!!!! Final de semana fiquei muito animada quando descobri blogs de pais mochileiros. Tomara que outras pessoas se anime tb.

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Saindo de Cusco

Na volta fizemos o mesmo trajeto da ida. Até pensamos em pegar o trem direto para Cusco, mas queríamos conhecer as ruínas de Olanta. Como tínhamos tempo, valeu à pena, mas só para isso definitivamente não vale. Chegamos a Cusco  no meio da tarde e fomos direto comprar nossas passagens para Arequipa.

Aproveitamos para fazer umas compritchas, curtir mais a cidade, procurar um restaurante mexicano e descansar. Qd chegamos em nosso hotel, a pessoa da recepção nos ofereceu uma quarto para descasarmos. Sim, ofereceu sem qq propósito de receber algo em troca, mas é claro que acabou rolando uma gorjeta pq ela foi nota 1000.

Pegamos um taxi e lá fomos nós para a rodoviária curtir uma notada dentro do buzum.

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Literatura: Clarice,

Há muito tempo que eu quero começar a colocar aqui dicas de livros que estou lendo. Eu tenho mania de ler dois/três livros ao mesmo tempo, sem confundir as histórias. Sei lá, por ser extremamente ansiosa, fico vendo a minha prateleira e não consigo deixar passar.

Não vou falar sobre o que já li, mas sobre o que estou lendo no momento. Não se esqueçam que nesta minha fase grávida os livros de educação e bebes são minha prioridade.

Esse livro foi mega badalado na imprensa: Clarice, de Benjamin Moser. Imagina um americano escrevendo uma das mais extensas biografias de Clarice Lispector, uma quase brasileira. Estou amandoooo a obra e recomendo muitíssimo!!!

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Mudanças de planos de viagem

Confesso que este esquema de escrever exclusivamente sobre tudo o que fiz na viagem estava me cansando um pouco. Vou terminar de escrever sobre a viagem para a América do Sul, mas para dar mais dinamismo ao blog, vou falar um pouco sobre o meu presente.

Bom, depois que descobrimos a gravidez mudamos nosso plano de viagem. Por enquanto estão suspensos os planos para conhecer a Grécia e a Turquia. Temos uma lista enorme de itens de bebes para comprar e nada melhor do que o país do consumo para nos ajudar nessa tarefa, certo? Já estou fazendo a minha listinha e, só pelo que pude ver na internet, as coisas são muuuuito mais baratas.

Já compramos nossos bilhetes e vamos para Califórnia. Rafa não gosta muito de Miami e, pelo que lemos até agora, tem tanto brasileiro fazendo enxoval por lá que às vezes vc não consegue compar tudo que planeja. Além disso, vai ser nossa babymoon, então, nada melhor que um lugar bacana, não é mesmo?

Hoje comecei a olhar hotéis e uma coisa que me impressionou muito é que ficar naqueles famosos hotéis de Las Vegas pode sair o mesmo preço que ficar em um motelzinho bacana por lá. Só um parêntese: nos EUA, motel de beira de estrada é muito usado para viajantes. É a mesma coisa que um hotel, mas bem mais barato.

Quem quiser dar uma olhada nos preços, basta entrar no Expedia.

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Eis ao motivo do desaparecimento

Foto: Anne Guedes

Pessoal, o motivo para a menor freqüência que estou postando, a falta de tempo para postar fotos se chama baby. Sim, estou grávida e o pouco tempo que me sobra eu tiro para relaxar ou pesquisar coisas para o meu baby.

Ficamos mega felizes com essa notícia. Agora vou passar a escrever tb como é viajar grávida, com neném pequeno. É claro que as coisas mudam um pouquinho, vc precisar ter mais conforto e segurança, mas eu acredito muito que sua vida mundo afora não acaba pq vc tem uma criança.

Depois falamos mais a respeito. Acho que vale um post só para comentar o assunto.

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Simplesmente Machu Picchu

Madrugamos na estação lotada. Chegamos bem cedo em Águas Caliente e logo pegamos o ônibus para Machu Picchu. São uns 20 minutos de subida, mas vc fica na porta do complexo. Em uma grande coincidência, encontramos os bascos que fizeram a viagem no mesmo carro que a gente na Bolívia.

Não lembro quanto pagamos para entrar, mas vale cada centavo. Queríamos chegar cedo para subir a Huayana Picchu de onde se tem uma bela visão de Machu Pichu. As regras do local mudam sempre, mas qd fui, somente as 500 primeiras pessoas que chegarem na entrada dela (não de Machu Picchu) tem direito a subir. Você não precisa ser um atleta, mas a subida é bem pesadinha. Uma escadaria que não termina e, em alguns trechos, é tão íngreme que existe corda para te ajudar. Eu fui no meu ritmo, me arrependi no meio do caminho e quando cheguei lá, agradeci muuuuuito por não ter desistido.

Quando chegamos no topo estava tudo nublado, mas as poucos o tempo foi abrindo. É fantástico!! Dá para tirar altas fotos.

Depois descemos e passamos o dia nos perdendo entre as ruínas. Eu já ouvi histórias de pessoas que abraçam pedras, que tem crises de choro qd chegam lá. Eu só senti uma energia muito boa. Sei lá, realmente é inexplicável. Todo mundo, pelo menos uma vez na vida, deve ir a Machu Picchu.

Na volta fomos procurar um lugar para dormir, já que não havia trem para Cusco. Paramos em um restaurante da pracinha, comemos algo, bebemos mais ainda e por lá ficamos até umas 19. Se não e engano, o parque fecha às 17h (saímos no limite). Depois fomos para o hotel e apagamos.

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Lo Valle Sagrado de los Incas

Acordamos bem cedo, deixamos nossas coisas no hotel e com uma pequena mochila partimos para Pisaq, a primeira cidade do Vale Sagrado. Fomos de microônibus local e era engraçado como as pessoas nos olhavam como se tivessem nos perguntando: – O que vcs estão fazendo aqui?

O motorista no avisou quando chegamos. Aliás, acho que era o ponto final do ônibus. Estávamos loucos para ir ao banheiro e entramos no primeiro lugar com cara de comércio que encontramos. Era um lugar que fazia pães no forno à lenha. Depois de usar o banheiro, perguntamos se poderíamos comprar o pão. A moça nos vendeu uma ½ dúzia. Meu Deus, que pão maravilhoso. Ficamos um tempo ali conversando com os proprietários e nos informando sobre como chegar às ruínas.

Para não perdemos tempo, pegamos um táxi que foi bem baratinho (5 soles). É claro que tivemos que negociar muito pq o povo adora meter a mão. Infelizmente não tem ônibus até as ruínas. Quem tem disposição e tempo, dá para ir a pé, mas como não planejávamos dormir em Pisaq, ganhamos tempo com o táxi. Já no carro, na entrada do complexo temos que pagar pelo Boleto Turístico, que te possibilita entrar em todas as ruínas do Vale Sagrado.

As ruínas arqueológicas ficam no Morro Intihuatana. Não contratamos guias, mas acabávamos pegando carona nos grupos enormes e escutávamos uma coisa aqui ou ali. O lugar é imperdível com seu conjunto de templos e terraços especialmente dedicados à agricultura. Caiu uma chuva chatinha, mas a nossa capa nos salvou. Aliás, quem vai para um lugar como esse precisa comprar uma capa de verdade. Aquela de plástico que vende em estádios não segura.

É uma boa caminhada e, na descida, uma escadaria nos aguarda, mas é bem tranqüila. Pior é para quem está na direção oposta. Todo o percurso dá umas 2h. A descida te deixa dentro da feira local. Não comprarmos nada. Primeiro pq era caro e segundo pq estávamos com uma mochila pequena e não pretendíamos levar peso.

Já tínhamos nos informado com o motorista de ônibus que havia microônibus de ½ em ½ hora para Urubamba. A viagem deve ter levado quase uma hora e nos custou 1 soles. Descemos no ponto final, que fica em um posto de gasolina, e lá mesmo pegamos uma van para Ollantaytambo (3 soles). Viagem tb foi bem tranqüila (1h e ½) e chegamos em Ollanta ainda de dia.

Fomos direto para a estação de trem tentar pegar um último horário para Aguas Calientes, mas…. tudo esgotado. Tinha até opção, mas só podia ir os locais. Lembrei da Rússia que tinha preços diferenciados para turistas e locais. Bom, como não tinha outra maneira de sair dali, compramos o primeiro trem para o dia seguinte bem cedo. Não me lembro ao certo o horário, mas devia ser umas 5h da matina.

Paramos em alguns hotéis próximos à estação de trem e, depois de muito negociar, conseguimos um lugar bem arrumadinho para dormir. Tentamos conhecer as ruínas, mas já passavam de 17h e o segurança não nos deixou entrar. Demos uma volta na cidade (que é mínima) e paramos na pracinha para jantar.

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O dia em Cusco

Uma vez em Cusco, tire pelo menos uma hora para ficar sentado na Plaza das Armas curtindo o visual. Sorte nossa que o hotel em que estávamos era bem próximos, menos de 5 minutos. O local é rodeado por construções coloniais, com resquícios da antiga construção inca. Em seu entorno, estão as principais atrações, bares e restaurantes do centro antigo.

Chama atenção a Catedral em estilo barroco, construído sobre os alicerces do templo inca do Deus Viracocha. A construção começou em 1550, com muitas pedras saqueadas de uma fortaleza, e foi concluído um século mais tarde. É considerada uma das mais belas igrejas coloniais espanholas na América. Lá dentro estão altares belíssimos esculpidos em madeira, com uma grande coleção de pinturas da escola cusquenha. O acesso à Catedral se dá pela igreja El Triunfo, a mais antiga da cidade datada de 1536. À esquerda, encontra-se a Iglesia Jesus Maria, de 1733.

Na Calle Loreto, rua que começa na Plaza de Armas, ao lado da Igreja Jesuíta de la Compañia, é possível encontrar muros incas conservados. Um deles é parte do recinto das Virgens do Sol, que hoje ser tornou o Mosteiro de Santa Catalina. Destruído pelo terremoto de 1650, o mosteiro foi reconstruído, ganhando uma igreja anexa e só terminado em 1669.

Dividindo a atenção dos turistas na praça, está o Templo de La Compañia de Jesús.  Foi o templo dos jesuítas, cuja construção começou em 1571, mas também destruído pelo terremoto de 1650. Tirei esta informação do guia O Viajante: “diz a lenda que os jesuítas queriam construir a mais bela igreja de Cusco, mas o bispo da cidade queria que este título continuasse pertencendo à Catedral. Assim, a questão foi encaminhada para o papa decidir. Quando a resposta chegou, a favor da Catedral, La Compañia já estava quase pronta.

Outra atração de Cusco é o Templo de la Merced, que abriga um convento erguido em 1536 e reconstruído depois de um terremoto no século 17. A igreja, de estilo renascentista tardio, ganhou ares barrocos após a reforma.

Eu comprei algumas coisinhas em Cusco e, apesar de ser barato, se quiser investir mesmo deixe para fazer em Lima. Se vc quiser sair de Cusco direto para Lima, existem dezenas de agências que oferecem passagens de avião por preços bem  bacanas. Eu acabei não utilizando pq tinha tempo, mas pode valer à pena.

Existem outras atrações muito bacanas na cidade, como o Convento de Santo Domingo, San Francisco, mas o meu propósito aqui na é ser um guia.

Ah! Se não comprou um bom sapato, que não escorregue, para explorar as ruínas é hora de fazê-lo. Eu comprei uma capa de chuva e um bom sapato na cidade. Usei muituuuito.

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Chegada turbulenta em Cusco

Chegamos a Cusco de madrugada. Ficamos um tempinho na rodoviária com um monte de motoristas-moscas nos abordando oferecendo taxi. Como eu detesto isso! Até que decidimos sair e ver quanto custava um carro do lado de fora. Para variar, não lembro exatamente quanto custava, mas era algo bem razoável.

Fomos para o albergue que tínhamos reservado de Puno. Chegando lá, o carinha me diz com a cara de pau mais lavada que não tínhamos feito reservas. Eu tive vontade de gritar de ódio, mas resolvemos procurar outro canto para ficar. Ligamos para vários lugares, andamos muito, e não encontrávamos nada. O Rafa teve outro ataque – com razão. Estávamos cansados de andar com nossas mochilas nas costas e, para piorar, ele tinha perdido a carteira de moedas, que tinha uma boa graninha.

Bem próximo à praça, entramos em um hotelzinho baratinho, mas muito aconchegante. A moça da recepção fez um preço muito justo.

Claro que deixamos nossas coisas lá e fomos dar uma volta. Estávamos muito cansados, mas queríamos logo ver nossa passagem para Águas Calientes, base para conhecer Machu Picchu. A passagem não é barata, mas para quem não quer perder tempo pode ser uma boa opção. Nós estávamos mais um espírito de aventura, queríamos conversar com o povo local, aprender mais sobre a cultura do Vale Sagrado. Resolvemos ir até Ollantaytanbo de van/ônibus e somente lá pegar o trem.

Na saída da estação, um carinha nos abordou oferecendo nos levar de carro. Ele prometia fazer paradas para que pudéssemos conhecer as ruínas do Vale, mas sei lá. O preço não era exorbitante, mas não queríamos arriscar. Mais tarde vimos que a escolha foi acertada

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Um dia em Puno

Decidimos não dormir em Puno. Muita gente me dizia que não tinha muita coisa o que se fazer por lá. Além disso, eu queria chegar logo em Cusco. Saímos bem cedo e passamos pela fronteira sem problemas. Eu tinha lido muitas coisas ruins sobre passar por lá então tive muita atenção. Rafa e eu tentamos sair junto com todos no ônibus e não demos mole de trocar dinheiro logo na fronteira. Aliás, não conheço um lugar onde valha à pena fazer este câmbio.

Assim que chegamos procuramos a agência recomendada pelo Lonely Planet para ir até Uros – as ilhas flutuantes. Sinceramente você pode comprar direto no cais, deve ser até mais barato, mas eu não sabia muito bem como funcionava e fui até a agência.

Trocamos dinheiro na principal rua de comércio. Lá também entramos em um restaurante com cara de bacaninha e baratinho e, pela primeira vez, pude experimentar a famosa Inka Kola, o refrigerante local. Eu não gostei pq achei muito doce, com gosto de groselha.

O passei começa em uma lancha com capacidade para 15 pessoas. O lado peruano do Titicaca é bem “feinho” e mal cuidado. Nada que se compare ao Titicaca boliviano.

Tem gente que não gosta, mas eu achei o máximo o passeio. Você primeiro passa em uma ilha onde o “cacique” (não sei se é assim que se fala), explica como funcionam as famílias e como é construída a ilha. Depois, no barco construído por eles, demos uma volta ao redor. Para os turistas que querem sentir na pele a experiência de dormir com os locais, em uma das ilhas eles oferecem algumas cabanas. Eu confesso que nessas horas sou mais urbana.

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Um dia fantástico na Ilha do Sol

Na Ilha do Sol você pode escolher entre fazer o passeio do dia todo, que cobre o lado Sul e Norte da ilha, ou fazer pela manhã o lado Sul. Na ida estava chovendo bastante, o que me fez pensar que o meu dia iria em vão. Ledo engano! Ao chegar temos que pagar para entrar na ilha. Tem espertinho que passa direto sem pagar, mas detesto isso. Até pq é tão pouquinho que eles cobram.

Para fazer o passeio vc não precisa ser um atleta, mas se odeia andar vai sentir muito. Quando fui eu era bem sedentária. Alguns pedaços eu achava que ia morrer, mas vale o esforço. Mais uma vez as fotos dizem tudo e, por isso, não vou ficar aqui explicando o que é o que.

*** AGUARDEM AS FOTOS, PLEASE ***

Já no lado Sul, diversas crianças te abordam oferecendo hospedagem. Se fosse hj eu acho que passaria a noite lá. Ao chegar uma mega escadaria nos aguardava, mas ainda bem que era para descer. Para quem faz o lado Sul, tem que encarar aquela subida. Deus meu livre, odeio subir escada!!! Acho que é trauma de quem já morou no 12º andar e tinha pânico de elevador.

Resumo do passeio: vale muitooooo e vale ficar o dia todo. Sinceramente eu acharia sem graça fazer só um lado. Aliás, cada vez mais estou me conscientizando que passeio de ½ dia é sempre roubada.

Ao voltar para Copacabana fomos direto para o Utama Hotel. Eu peguei esta indicação, se não me engano, no site dos mochileiros. Paguei um pouquinho a mais, mas veleu muito muito muito a pena. Primeiro que o hotel é limpo, a água é quente e a vista é maravilhosa. Gostei das pessoas, do chazinho e biscoitinhos na recepção, enfim, uma ótima opção em Copa.

Escolhemos uma agência e compramos nossa passagem para Puno. Nossa intenção não era fica o dia todo lá, mas eu tb não queria comprar um pacote fechado que dava direito a uma passagem por Puno pq fiquei com medo de me colocarem em um ônibus teco-teco. Não lembro o nome da aviação, mas lembro bem que o ônibus era semi-leito e por fora todo vermelho.

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